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Procon Estadual promove palestra de conscientização sobre o câncer de mama

Evento integra programação do Outubro Rosa e foi ministrado pelo enfermeiro e servidor do Procon-MT Euclides Sousa
Rogério Júnior | Procon-MT

Palestra do Procon-MT em alusão ao Outubro Rosa - Foto por: Rogério Júnior/Assessoria
Palestra do Procon-MT em alusão ao Outubro Rosa
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Com o objetivo de levar informação e conscientizar servidores, estagiários e colaboradores sobre a importância da prevenção ao câncer de mama, o Procon Estadual realizou, na tarde desta segunda-feira (18.10), palestra sobre o tema, proferida pelo servidor do órgão de defesa do consumidor e enfermeiro Euclides Xavier de Sousa.

Durante o evento, o palestrante lembrou que a maioria das doenças são silenciosas. “A prevenção e o diagnóstico precoce são decisivos e podem aumentar a possibilidade de cura. Por isso, não podemos esperar adoecer para ir ao médico. O acompanhamento deve ser constante", enfatizou Sousa, salientando a importância de se tomar os devidos cuidados para prevenir e combater o câncer de mama, como a realização do autoexame e consultas periódicas ao médico.

O secretário adjunto de Proteção e Defesa dos Direitos do Consumidor, Edmundo Taques, também participou da palestra. Em sua fala inicial, ele salientou que todos devem estar atentos, porque não são apenas as mulheres as acometidas por esta doença. "Cuidem-se, porque o câncer de mama ocorre inclusive em homens. Todos devemos ficar alertas".

A coordenadora de Relacionamento com os Municípios e Educação para o Consumo do Procon-MT, Valquíria Souza, que organizou o evento junto com servidores e colaboradores, reforçou a importância do autoexame. “Não podemos esperar o Outubro Rosa para dar importância ao câncer de mama. O autoexame deve fazer parte da nossa rotina”, frisou Valquíria.

Histórico

O câncer de mama é a primeira causa de morte por câncer em mulheres no Brasil, sendo a mais frequente em quase todas as regiões brasileiras, de acordo com o Instituto Nacional de Câncer (INCA). 

O INCA indica que as taxas mais elevadas de novos casos são nas regiões mais desenvolvidas (Sul e Sudeste) e a menor é observada na região Norte. Essa explicação se deve pela subnotificação nas regiões remotas. No mundo, essa doença acomete aproximadamente 2,3 milhões de mulheres. Os dados se referem ao ano de 2020, o que representa 24,5% de novos casos.